Os piores tipos de chefe


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10 personalidades diferentes que geram desconforto.

Se acha que o seu chefe parece ter sido feito de encomenda para o atormentar, acredite que não está sozinho! A verdade é que, em algum ponto das nossas carreiras, quase todos tivemos de lidar com um chefe que, de alguma forma, se destacou pela negativa: intrometido demais, tranquilo demais ou distante demais...
O certo é que, dentro do local de trabalho, nada inspira mais opiniões e comentários que o chefe, e não há como escapar à convivência com a chefia.
Confira aqui os 10 piores tipos de chefe que seleccionámos.

1. O “Elo mais Fraco”.  Pior que um chefe agressivo é aquele que, não tendo confiança em si, direcciona as suas inseguranças contra os outros. Não são, de forma alguma, más pessoas, apenas muito inseguras e por isso temem qualquer eventual ameaça ou confronto directo. Este tipo de chefe não lida bem com pessoas ambiciosas e tem sérias dificuldades em marcar uma posição entre os seus subordinados.

2. O “Militar”. Regras, normas, códigos de conduta... Para este tipo de chefe a vida no escritório seria facilmente confundida com o regime militar! Rígido, rigoroso e severo, não admite oposição e, quando confrontado, tem tendência a ser violento no uso das palavras. Apesar de organizado, a inflexibilidade e rigidez das suas normas são frequentemente um obstáculo à evolução e à mudança.

3. O Inconstante. Diferentes critérios consoante as pessoas, diferentes opiniões consoante os dias, o chefe inconstante é, normalmente, uma pessoa difícil de se lidar. Normalmente, é também indeciso e inseguro, e as suas dúvidas levam a sucessivas alterações e decisões de ultimo minuto que podem pôr em causa o trabalho de toda a equipa.  

4. O “Amigo” . “Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque!” Uma expressão bem conhecida de todos mas que alguns tendem a esquecer. Muitas vezes, a proximidade é a forma encontrada para o seu chefe se manter a par de todos os boatos e mexericos, e saber tudo o que se passa dentro e fora da empresa. Apesar de aparentemente agradável, esta proximidade pode ser muito prejudicial e, para evitar dissabores, o melhor é manter sempre bem demarcada esta barreira entre a relação profissional e pessoal.

5. O preguiçoso. Chega sempre depois da hora e, normalmente, opta por uma hora de almoço prolongada, aparecendo só para marcar presença ao final do dia. Mesmo quando na empresa, é raro vê-lo a fazer algo para além do “mandar fazer”. Não sabe trabalhar com prazos e qualquer projecto em que se envolve está, à partida, destinado ao fracasso.

6. O ausente. Normalmente, assume o cargo por uma questão de prestigio ou por imposição, sem ter qualquer interessem real no negócio ou projecto que lhe é entregue. Acaba por não ter grande interferência directa no dia-a-dia da empresa, e só assume formalmente o cargo, deixando todo o trabalho delegado na sua equipa. Regra geral, se a empresa já tem uma actividade estável e um ritmo equilibrado, as consequências desta falta de chefia não são significantes para os resultados finais. No entanto, a falta de uma figura que dirija a equipa e, consequentemente, a apoie e oriente, pode dar lugar a conflitos internos e alguma insatisfação.

7. O perseguidor. Com alguns toques de perversidade, ou mesmo sadismo, o perseguidor não dá tréguas quando escolhe uma vitima a quem pretende destruir toda a auto-confiança. E o que começa por algumas criticas subtis ao seu trabalho e/ou comportamento, chega muitas vezes a atingir níveis absurdos de humilhação pública. Se for uma das suas vitimas, o melhor é nem sequer perder tempo a enfrentá-lo, porque dificilmente conseguirá vence-lo...

8. O Ansioso. Em permanente stress, o chefe ansioso não consegue controlar os seus receios de fracasso. Tem tendência a dramatizar cada pequeno obstáculo e a imaginar conspirações e intrigas contra si. Desconfiado e impaciente, dificilmente consegue ser um bom chefe e liderar uma equipa de forma produtiva.  
A melhor forma de reduzir a sua ansiedade, é tentar mantê-lo permanentemente informado sobre o que está a fazer, fazendo regulares pontos de situação de cada projecto.

9. O “Sabe Tudo” . Nunca tem dúvidas e raramente se engana, e considera que tem a chave de todo o poder e razão. Apesar de ser geralmente, uma pessoa competente e inteligente, esta prepotência é uma forma de esconder a sua insegurança. Por acreditar que só ele tem a capacidade para desempenhar as suas funções, é muito autoritário e tem grandes dificuldades em delegar competências o que facilmente origina desmotivação em toda a equipa.

10. O Pessimista. Tem sempre a visão mais negativa das coisas e as piores perspectivas sobre o que pode acontecer. Normalmente, o seu pessimismo dificulta a sua capacidade de decisão, e prefere esperar até que uma solução se imponha do que fazer uma escolha e aceitar as respectivas consequências. A melhor forma de lidar com ele, é ter cuidado para não deixar que o pessimismo se alastre a toda a equipa e, pouco a pouco, ajudá-lo a ver o lado positivo de cada situação, fortalecendo a sua confiança para a tomada de decisões.

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